Ciclo conhecido: o crédito encarece ou seca, e a PME precisa decidir o que corta. A ordem do corte diz mais sobre a saúde do negócio do que o corte em si.
Corte errado clássico: sumir da frente do cliente. Marketing, relacionamento e pós-venda caem primeiro porque não gritam no caixa desta semana — e cobram caro no trimestre seguinte, quando a agenda esvazia.
Corte certo começa no que não gera receita nem proteção: assinatura esquecida, estoque parado, retrabalho por processo mal desenhado. É menos glamouroso que “cortar verba”, e é onde mora dinheiro.
Regra prática: antes de cortar, classifique cada despesa em três caixas — gera venda, protege a operação, ou nenhuma das duas. A terceira caixa sai primeiro. Sempre.
E o seu negócio com isso? Se você tivesse que enxugar a estrutura este mês, saberia dizer qual gasto está em qual caixa — ou cortaria no escuro?
